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Transição agroecológica e sustentabilidade hídrica – 8ª CRE.
Escola Pública de Santa Maria valoriza saberes e trabalho da sua comunidade escolar. Referência em transição agroecológica.
Escola Pública de Santa Maria valoriza saberes e trabalho da sua comunidade escolar e se torna referência em transição agroecológica e sustentabilidade hídrica – 8ª CRE.
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A partir da ideia de desenvolver processos pedagógicos agroecológicos na escola e de promover a saúde mental na comunidade ainda em 2018, através de mutirões de trabalho entre membros da comunidade escolar do Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso e a Unidade Básica de Saúde Walter Aita foi ocupado uma área da escola para estruturar uma horta escolar e comunitária. A partir desta parceria e da participação ativa de professores, estudantes e comunitários, esta em curso processos de produção de alimentos, plantas medicinais, arvores frutíferas nativas e fertilizantes que demonstram a viabilidade e importância da agroecologia. Recentemente foi implantado um processo de auto sustentabilidade hídrica para a horta através da implantação de unidades de captação de água da chuva com capacidade de 22.000 litros de água. A perspectiva é de transformar a escola em uma referência para a rede de ensino em “escola sustentável”, ampliando os processos de ecoalfabetização, energia solar, biodigestor e utilização de água da chuva em todos os espaços possível da escola.
- Mais de 150 alunos dos anos iniciais e médio já foram envolvidos diretamente nos processos de agroecologia e ecoalfabetização da escola;
- Professores diretamente envolvidos: Felipe Rechia (matemática- Ens. Médio), Camila Rodrigues da Silva (Educadora Especial) e Rosinha Bernardi, Vanessa Marranquiel, Araci Gomes, Glandia Possebom educadores do Ensino fundamental. Contamos também com a importante contribuição das estagiárias Macarena Santa Fé – Assistente de Alfabetização e mãe de aluna , Júlia Finkler – Col. Politécnico da UFSM, Juliana de Almeida Costa – Farmacêutica e mãe de alunos e Carlos Roberto Rocha Silveira – Membro da comunidade.
Nome da (o) diretora (o): Alan Patrik Buzzatti
Através do Grupo Gestor da Horta Escolar e Comunitária e a gestão escolar são planejadas as ações de manutenção do espaço, trabalho de limpeza, plantio e rega das plantas, assim como o planejamento pedagógico das ações e visitas orientadas com os professores, estagiários, estudantes e comunidade em geral. O objetivo deste processo é demonstrar que é possível construir processos de ensino e aprendizagem tendo como princípio a sustentabilidade e a agroecologia. Vivemos uma grande crise mundial do atual tipo de desenvolvimentos da sociedade o qual é marcado pela desigualdade social, mas também pela degradação do ambiente. Construir alternativas comunitárias a partir da escola pública e de forma agroecológica é um potente caminho para construção de uma sociedade sobre novos valores, cuidados, práticas democráticas, justas e sustentáveis. Os resultados são perceptíveis através da aproximação da comunidade, da sua escola, na inovação em planejar e ensinar, na valorização dos saberes e participação dos estudantes e professores, tendo como objeto novas práticas econômicas, sociais e ambientais. São envolvidos diferentes componentes curriculares nesta ação como a Matemática, biologia, ciências, Linguagens, história, farmacologia, Engenharia florestal, técnicas agroecológicas e também as da educação especial.
Os temas trabalhados são os da valorização dos saberes das pessoas, os tipos de desenvolvimento, a crise ambiental e hídrica, a agenda 20/2023 da ONU, o protagonismo social e suas possibilidades, o empreendedorismo e a importância de tornar real nossas ideias, através da ação coletiva e do compromisso social e agroecológico.
A partir da ideia de desenvolver processos pedagógicos agroecológicos na escola e de promover a saúde mental na comunidade ainda em 2018, através de mutirões de trabalho entre membros da comunidade escolar do Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso e a Unidade Básica de Saúde Walter Aita foi ocupado uma área da escola para estruturar uma horta escolar e comunitária. A partir desta parceria e da participação ativa de professores, estudantes e comunitários, esta em curso processos de produção de alimentos, plantas medicinais, arvores frutíferas nativas e fertilizantes que demonstram a viabilidade e importância da agroecologia. Recentemente foi implantado um processo de auto sustentabilidade hídrica para a horta através da implantação de unidades de captação de água da chuva com capacidade de 22.000 litros de água. A perspectiva é de transformar a escola em uma referência para a rede de ensino em “escola sustentável”, ampliando os processos de ecoalfabetização, energia solar, biodigestor e utilização de água da chuva em todos os espaços possível da escola.
- Mais de 150 alunos dos anos iniciais e médio já foram envolvidos diretamente nos processos de agroecologia e ecoalfabetização da escola;
- Professores diretamente envolvidos: Felipe Rechia (matemática- Ens. Médio), Camila Rodrigues da Silva (Educadora Especial) e Rosinha Bernardi, Vanessa Marranquiel, Araci Gomes, Glandia Possebom educadores do Ensino fundamental. Contamos também com a importante contribuição das estagiárias Macarena Santa Fé – Assistente de Alfabetização e mãe de aluna , Júlia Finkler – Col. Politécnico da UFSM, Juliana de Almeida Costa – Farmacêutica e mãe de alunos e Carlos Roberto Rocha Silveira – Membro da comunidade.
Nome da (o) diretora (o): Alan Patrik Buzzatti
Através do Grupo Gestor da Horta Escolar e Comunitária e a gestão escolar são planejadas as ações de manutenção do espaço, trabalho de limpeza, plantio e rega das plantas, assim como o planejamento pedagógico das ações e visitas orientadas com os professores, estagiários, estudantes e comunidade em geral. O objetivo deste processo é demonstrar que é possível construir processos de ensino e aprendizagem tendo como princípio a sustentabilidade e a agroecologia. Vivemos uma grande crise mundial do atual tipo de desenvolvimentos da sociedade o qual é marcado pela desigualdade social, mas também pela degradação do ambiente. Construir alternativas comunitárias a partir da escola pública e de forma agroecológica é um potente caminho para construção de uma sociedade sobre novos valores, cuidados, práticas democráticas, justas e sustentáveis. Os resultados são perceptíveis através da aproximação da comunidade, da sua escola, na inovação em planejar e ensinar, na valorização dos saberes e participação dos estudantes e professores, tendo como objeto novas práticas econômicas, sociais e ambientais. São envolvidos diferentes componentes curriculares nesta ação como a Matemática, biologia, ciências, Linguagens, história, farmacologia, Engenharia florestal, técnicas agroecológicas e também as da educação especial.
Os temas trabalhados são os da valorização dos saberes das pessoas, os tipos de desenvolvimento, a crise ambiental e hídrica, a agenda 20/2023 da ONU, o protagonismo social e suas possibilidades, o empreendedorismo e a importância de tornar real nossas ideias, através da ação coletiva e do compromisso social e agroecológico.